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04/01/2018 09:20:00 - Atualizado em 04/01/2018 09:26:00 -

IBGE lana publicao que analisa Dinmica Territorial da Cana-de-acar

O IBGE lanou no final de 2017 A geografia da cana-de-acar, uma publicao que aborda os aspectos territoriais da economia sucroalcooleira. So analisados os lugares de origem dos insumos e mquinas agrcolas, as reas de cultivo, as vias de escoamento da cana e seus derivados e os lugares de processamento industrial e de comercializao.

 

Essa publicao o segundo volume da srie Dinmica Territorial da Produo Agropecuria.

Embora a Mata Atlntica ainda seja o bioma onde a cana est mais presente, a rea plantada no Cerrado aumentou consideravelmente na ltima dcada.

Por isso, o Cerrado do estado de So Paulo, que representa somente 1% do territrio nacional, concentra nada menos do que 1/3 de toda a rea de cultivo da cana no pas.

No entanto, em todas as Unidades da Federao h canaviais, alimentando inmeros empreendimentos e formas de produo, desde forragem para gado at fabricao de papel.

A anlise espacial desse volume utiliza dados estatsticos produzidos pelo IBGE - como a Produo Agrcola Municipal (PAM) e o Cadastro Central de Empresas (Cempre) - e por outras fontes oficiais, como o Ministrio da Agricultura, Pecuria e Abastecimento e o Ministrio da Indstria, Comrcio Exterior e Servios. Na forma de camadas de dados geoespaciais, essas informaes tambm esto disponveis na Plataforma Geogrfica Interativa (PGI).

O primeiro captulo do estudo aborda a biologia e a ecologia da cana-de-acar, tratando tanto de variveis naturais (quantidade e sazonalidade das chuvas, por exemplo) como de aspectos relacionados infraestrutura e aos insumos adicionados pelos agricultores (como mudas certificadas e irrigao).

Tambm oferece subsdios para a avaliao da dinmica recente da expanso canavieira nos diferentes biomas brasileiros, com destaque para a expanso da rea plantada no Cerrado do estado de So Paulo ocorrida na ltima dcada.


No segundo captulo, so apresentados os aspectos sociais e econmicos desse cultivo, entre 1975 e 2015. Na anlise histrica de longa durao, a principal transformao constatada foi a retrao das reas tradicionais na costa nordestina e do Norte Fluminense, e a expanso no bioma Cerrado, a partir da rea de modernizao consolidada de Ribeiro Preto (SP).

Desse ncleo, as plantaes de cana-de-acar se expandiram, de forma contnua, para oeste-sudoeste, em direo aos planaltos do Rio Paran, incluindo o Tringulo Mineiro, o centro-sul de Gois e o sul do Mato Grosso do Sul.


O terceiro captulo aborda a geografia do processamento industrial da cana-de-acar, abrangendo os seus principais produtos derivados, que inclui a produo artesanal de rapadura, melado e acar mascavo, passando pela produo de aguardente abarcando processos artesanais e industriais de produo at a grande indstria moderna de acar e etanol.

A anlise mostra que a Regio Sudeste concentra a produo de acar, etanol e energia e tem o maior nmero de usinas. Alm da configurao espacial da produo de rapadura, melado, aguardente, acar e etanol, o captulo apresenta uma discusso sobre a geografia do uso do bagao para a gerao de energia em centrais termeltricas.

Outro tema abordado relativo ao desenvolvimento contemporneo de produtos derivados como o etanol de segunda gerao (E2G) e o plstico verde, elaborado a partir do etanol de cana-de-acar.


O quarto captulo fala sobre a circulao dos derivados da cana-de-acar, incluindo as infraestruturas e esquemas logsticos e os nveis de consumo regional por parte das famlias, alm das exportaes.

Essa parte do estudo mostra como o crescimento recente do setor sucroenergtico se refletiu em novos desafios logsticos para a colocao do acar e do etanol ao alcance do pblico, alm de fazer uma reflexo sobre o posicionamento dos derivados da cana-de-acar no mercado consumidor brasileiro e mundial.


Tambm feito um exerccio de regionalizao das hinterlndias porturias (rea geogrfica servida por um porto e a este conectada por uma rede de transportes) relacionadas ao escoamento do acar e do etanol do Brasil para o exterior.

Uma das revelaes que as hinterlndias aucareiras do Porto de Santos e do Porto de Paranagu se sobrepem, mas a influncia de Paranagu penetra no estado de So Paulo.

O quinto captulo procura captar a cadeia de produo e circulao do ponto de vista das centralidades geradas pela localizao de empresas e instituies de ensino e pesquisa e pelos fluxos intermunicipais de matria-prima e insumos.

Por meio da integrao de dados de rea (atributos de lugares) com dados de fluxo (relaes entre lugares), o captulo fornece uma anlise indita dos circuitos espaciais que estruturam a economia sucroenergtica brasileira.

Essas anlises mostram que h dois grandes complexos regionais sucroenergticos: o da Costa Nordestina e o da Bacia do Paran (entendida no sentido geolgico, ou seja, bacia sedimentar). Esses dois complexos so constitudos por diferentes combinaes de fatos fsicos e humanos, contrastando em termos de produtividade agrcola, grau de uso de insumos, estruturas logsticas e estruturao dos circuitos espaciais, entre outras caractersticas.

Leia a ntegra do documento

 







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